domingo, 9 de novembro de 2003

Cidades digitais

O Projeto de Implantação e Manutenção das Cidades Digitais foi instituído pelo Ministério das Comunicações por meio da Portaria Nº. 376, de 19 de agosto de 2011 e tem a gestão da Secretaria de Inclusão Digital, compartilhada com a empresa Telecomunicações Brasileiras S.A. - Telebrás.
O Projeto Cidades Digitais prevê:
  • Parcerias entre órgãos e entidades da Administração Pública Federal e entidades da sociedade civil para ações de implantação de infraestrutura de conexão

  • Instalação de pontos públicos gratuitos de acesso à internet

  • Qualificação e apoio a espaços públicos e comunitários de uso das tecnologias digitais
  • Formação de agentes de inclusão digital, implantação de governo eletrônico
  • Apoio à formação continuada de servidores públicos para o uso das tecnologias de informação e comunicação na gestão pública
  • Articulação das ações de inclusão digital com os programas sociais do governo federal nos municípios.

Os municípios beneficiados pelas ações de implantação e manutenção das Cidades Digitais serão selecionados anualmente, a partir de 2012, com base em um edital público no qual deverão constar os respectivos critérios de seleção.

domingo, 2 de novembro de 2003

Atividades desenvolvidas

iremos desenvolver trabalhos de contadores de
historia, oficina de teatro oficina de desenho
livre,cursos de informática, oficina de criação e
manutenção de blogs,e um campeonato de
handebol.

sábado, 1 de novembro de 2003

A historia do lixux

O nome Linux surgiu da mistura de Linus + Unix. Linus é o nome do criador do Linux, Linus Torvalds. E Unix, é o nome de um sistema operacional de grande porte, no qual contaremos sua história agora, para que você entenda melhor a do Linux.

A origem do Unix tem ligação com o sistema operacional Multics, projetado na década de 1960. Esse projeto era realizado pelo Massachusets Institute of Technology (MIT), pela General Eletric (GE) e pelos laboratórios Bell (Bell Labs) e American Telephone na Telegraph (AT&T). A intenção era de que o Multics tivesse características de tempo compartilhado (vários usuários compartilhando os recursos de um único computador), sendo assim, o sistema mais arrojado da época. Em 1969, já exisita uma versão do Multics rodando num computador GE645.]

Ken Thompsom era um pesquisador do Multics e trabalhava na Bell Labs. No entanto, a empresa se retirou do projeto tempos depois, mas ele continuou seus estudos no sistema. Desde então, sua idéia não era continuar no Multics original e sim criar algo menor, mas que conservasse as idéias básicas do sistema. A partir daí, começa a saga do sistema Unix. Brian Kernighan, também pesquisador da Bell Labs, foi quem deu esse nome.

Em 1973, outro pesquisador da Bell Labs, Dennis Ritchie, rescreveu todo o sistema Unix numa linguagem de alto nível, chamada C, desenvolvida por ele mesmo. Por causa disso, o sistema passou a ter grande aceitação por usuários externos à Bell Labs.

Entre 1977 e 1981, a AT&T, alterou o Unix, fazendo algumas mudanças particulares e lançou o System III. Em 1983, após mais uma série de modificações, foi lançado o conhecido Unix System IV, que passou a ser vendido. Até hoje esse sistema é usado no mercado, tornando-se o padrão internacional do Unix. Esse sistema é comercializado por empresas como IBM, HP, Sun, etc. O Unix, é um sistema operacional muito caro e é usado em computadores poderosos (como mainframes) por diversas multinacionais.

Qual a relação entre o Unix e o Linux, ou melhor, entre o Unix e Linus Torvalds?

Para responder essa pergunta, é necessário falar de outro sistema operacional, o Minix. O Minix é uma versão do Unix, porém, gratuita e com o código fonte disponível. Isso significa que qualquer programador experiente pode fazer alterações nele. Ele foi criado originalmente para uso educacional, para quem quisesse estudar o Unix "em casa". No entanto, vale citar que ele foi escrito do “zero” e apesar de ser uma versão do Unix, não contém nenhum código da AT&T e por isso pode ser distribuído gratuitamente.

A partir daí, “entra em cena” Linus Torvalds. Ele era um estudante de Ciências da Computação da Universidade de Helsinki, na Filândia e em 1991, por hobby, Linus decidiu desenvolver um sistema mais poderoso que o Minix. Para divulgar sua idéia, ele enviou uma mensagem a um grupo pela Usenet (uma espécie de antecessor da Internet). A mensagem pode ser vista no final deste artigo. No mesmo ano, ele disponibilizou a versão do kernel (núcleo dos sistemas operacionais) 0.02 e continuou trabalhando até que em 1994 disponibilizou a versão 1.0. Até o momento em que este artigo estava sendo escrito, a versão atual era a 2.6.

O Linux é um sistema operacional livre e é uma re-implementação das especificações POSIX (padronização da IEEE, Instituto de Engenharia Elétrica e Eletrônica) para sistemas com extensões System V e BSD. Isso signfica que o Linux é bem parecido com Unix, mas não vem do mesmo lugar e foi escrito de outra forma.

Mas porque o Linux é gratuito?

Linus Torvalds, quando desenvolveu o Linux, não tinha a inteção de ganhar dinheiro e sim fazer um sistema para seu uso pessoal, que atendesse suas necessidades. O estilo de desenvolvimento que foi adotado foi o de ajuda coletiva. Ou seja, ele coordena os esforços coletivos de um grupo para a melhoria do sistema que criou. Milhares de pessoas contribuem gratuitamente com o desenvolvimento do Linux, simplesmente pelo prazer de fazer um sistema operacional melhor.

Licença GPL

O Linux está sob a licença GPL, permite que qualquer um possa usar os programas que estão sob ela, com o compromisso de não tornar os programas fechados e comercializados. Ou seja, você pode alterar qualquer parte do Linux, modificá-lo e até comercialiazá-lo, mas você não pode fechá-lo (não permitir que outros usuários o modifiquem) e vendê-lo.

GNU

Mas a história do Linux não termina por aqui. É necessário também saber o que é GNU. GNU é um projeto que começou em 1984 com o objetivo de desenvolver um sistema operacional compatível com os de padrão Unix. O Linux em si, é só um kernel. Linus Torvalds, na mesma época que escrevia o código-fonte do kernel, começou a usar programas da GNU para fazer seu sistema. Gostando da idéia, resolveu deixar seu kernel dentro da mesma licença.

Mas, o kernel por si só, não é usável. O kernel é a parte mais importante, pois é o núcleo e serve de comunicador entre o usuário e o computador. Por isso, com o uso de variantes dos sistemas GNU junto com o kernel, o Linux se tornou um sistema operacional.

Mas você pode ter ficado confuso agora. O que é o Linux então? O que é GNU? Simplesmente, várias pessoas uma versões modificadas dos sistemas GNU, pensando que é o Linux em si. Os programadores que trabalham com ele, sabem que o Linux, é basicamente o kernel, conforme já foi dito, mas todos, chamam esse conjunto de Linux (há quem defenda o uso de GNU/Linux).

Finalizando, o projeto GNU é um dos responsáveis pelo sucesso do Linux, pois graças à “mistura” de seus programas com o kernel desenvolvido por Linus Torvalds, o Linux vem mostrando porque é um sistema operacional digno de habilidades insuperáveis por qualquer outro sistema.

Fonte extraida do site: http://www.brasilescola.com/informatica/historia-do-linux.htm

monitores

  A Rede Nacional de Formação para a Inclusão Digital é um conjunto de atividades de qualificação de agentes de inclusão digital, nas modalidades a distância e presencial, oferecidas no âmbito do Programa Telecentros.BR.

   O objetivo geral da Rede Nacional de Formação para a Inclusão Digital é desenvolver ações conjuntas (entre órgãos do Governo Federal, estados, municípios e sociedade civil) que possibilitem a formação continuada, em larga escala, de agentes de inclusão digital dos telecentros apoiados pelo Programa Telecentros.BR.

   No Brasil, há um rico conjunto de processos de formação para inclusão digital, porém, muitas vezes realizados de forma isolada, fragmentada e pontual. Espera-se que, por intermédio da Rede de Formação, as diferentes iniciativas de formação para inclusão digital existentes no Brasil articulem-se entre si para pactuar as diretrizes, princípios, missão, objetivos, critérios e procedimentos para a condução de processos formativos no âmbito da inclusão digital, além da ativação das redes sociais de monitores e usuários dos Telecentros . Espera-se a construção de uma agenda integrada, otimizando esforços e recursos na realização das atividades.

Fonte extraída do site: http://www.telecentros.br.com/sobre

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