quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Crianças participam de oficina de Origame no Telecentro Capixaba

O espaço do Telecentro Capixaba  recebeu crianças de diferentes idades na Oficina de Origame. O local ficou descontraido e cheio de imaginação.
O colorido das dobraduras de papel das crianças tomou conta do espaço do Telecentro Capixaba.A Oficina de Origame,que faz parte da programação das oficinas para crianças, foi realizada com sussesso no municipio de Capixaba

Origames de diversos tipos ilustravam umas das melhores oficinas que as crianças ja tiveram. Entre eles estavam os irmãos Wismailo, 11, e Maira, 9, que faziam as dobraduras de papel concentradamente enquanto conversavam. “Eu gosto das oficinas dos Telecentros”, afirmou Wismailo, seguido de Maira, que demonstrou sua empolgação pela oficina. “Eu já fiz um barco de papel”, disse.




Desigualdade Social no brasil



A pobreza é um problema que afeta a maioria dos países.
A desigualdade social e a pobreza são problemas sociais que afetam a maioria dos países na atualidade. A pobreza existe em todos os países, pobres ou ricos, mas a desigualdade social é um fenômeno que ocorre principalmente em países não desenvolvidos.
O conceito de desigualdade social é um guarda-chuva que compreende diversos tipos de desigualdades, desde desigualdade de oportunidade, resultado, etc., até desigualdade de escolaridade, de renda, de gênero, etc. De modo geral, a desigualdade econômica – a mais conhecida – é chamada imprecisamente de desigualdade social, dada pela distribuição desigual de renda. No Brasil, a desigualdade social tem sido um cartão de visita para o mundo, pois é um dos países mais desiguais. Segundo dados da ONU, em 2005 o Brasil era a 8º nação mais desigual do mundo. O índice Gini, que mede a desigualdade de renda, divulgou em 2009 que a do Brasil caiu de 0,58 para 0,52 (quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade), porém esta ainda é gritante.
Alguns dos pesquisadores que estudam a desigualdade social brasileira atribuem, em parte, a persistente desigualdade brasileira a fatores que remontam ao Brasil colônia, pré-1930 – a máquina midiática, em especial a televisiva, produz e reproduz a ideia da desigualdade, creditando o “pecado original” como fator primordial desse flagelo social e, assim, por extensão, o senso comum “compra” essa ideia já formatada –, ao afirmar que são três os “pilares coloniais” que apoiam a desigualdade: a influência ibérica, os padrões de títulos de posse de latifúndios e a escravidão.
É evidente que essas variáveis contribuíram intensamente para que a desigualdade brasileira permanecesse por séculos em patamares inaceitáveis. Todavia, a desigualdade social no Brasil tem sido percebida nas últimas décadas, não como herança pré-moderna, mas sim como decorrência do efetivo processo de modernização que tomou o país a partir do início do século XIX.
Junto com o próprio desenvolvimento econômico, cresceu também a miséria, as disparidades sociais – educação, renda, saúde, etc. – a flagrante concentração de renda, o desemprego, a fome que atinge milhões de brasileiros, a desnutrição, a mortalidade infantil, a baixa escolaridade, a violência. Essas são expressões do grau a que chegaram as desigualdades sociais no Brasil.
Segundo Rousseau, a desigualdade tende a se acumular. Os que vêm de família modesta têm, em média, menos probabilidade de obter um nível alto de instrução. Os que possuem baixo nível de escolaridade têm menos probabilidade de chegar a um status social elevado, de exercer profissão de prestígio e ser bem remunerado. É verdade que as desigualdades sociais são em grande parte geradas pelo jogo do mercado e do capital, assim como é também verdade que o sistema político intervém de diversas maneiras, às vezes mais, às vezes menos, para regular, regulamentar e corrigir o funcionamento dos mercados em que se formam as remunerações materiais e simbólicas.
Observa-se que o combate à desigualdade deixou de ser responsabilidade nacional e sofre a regulação de instituições multilaterais, como o Banco Mundial. Conforme argumenta a socióloga Amélia Cohn, a partir dessa ideia “se inventou a teoria do capital humano, pela qual se investe nas pessoas para que elas possam competir no mercado”. De acordo com a socióloga, a saúde perdeu seu status de direito, tornando-se um investimento na qualificação do indivíduo.
Ou, como afirma Hélio Jaguaribe em seu artigo No limiar do século 21: “Num país com 190 milhões de habitantes, um terço da população dispõe de condições de educação e vida comparáveis às de um país europeu. Outro terço, entretanto, se situa num nível extremamente modesto, comparável aos mais pobres padrões afro-asiáticos. O terço intermediário se aproxima mais do inferior que do superior”.
A sociedade brasileira deve perceber que sem um efetivo Estado democrático, não há como combater ou mesmo reduzir significativamente a desigualdade social no Brasil.

domingo, 4 de outubro de 2009

A Interdição do Telecentro Capixaba

 O telecentro de Capixaba encontrasse interditado pois o prédio onde está situado encontrasse em pécimas condições.
   Segundo os moradores a Acistencia social onde esta situado diversos setores da comunidade             ( telecentro, setor de tributo, bolsa familia etc.), ja sofreram muitos acidentes uma moradora segundo ela prestou queixa na delegacia por te se machucado em uma tabua que estava podre.
 
  Após a queixa prestada a PM (policia militar) o corpo de bombeiros e os policiais se deslocaram para ver a cituação, ao chegar se depararam com o predio em pecimas condições, eles relataram que a  sala do telecentro foi a que encontrava se em boas condições pois tinha alarme e grades, mesmo assim foi interditado todo o prédio.
 
   Agora sem previsão estaremos de mudança para outro prédio onde a prefeitura de capixaba alugou ate  construir outro prédio.
  Os monitores de Capixaba da manha e da tarde se juntaram e encaixotaram todos os computadores para a mudança, segundo a Enas ja era pra ter sido construído a anos novos prédios mas o governo nunca liberou verba.
  O novo local do Telecentro é na rua Cecilia boa ventura enfrente a rodoviária. 
 


Materia de JUNIOR SILVA

terça-feira, 9 de novembro de 2004

Improprietario: O Mundo do Software Livre.

Todos que amam o software livre já devem ter vistou ou ouvido falar de filmes e documentários como Revolution OS e The Code Linux que são dois dos mais conhecidos exemplos de documentários que abortam o Linux e o Software livre mas poucas pessoas ainda conhecem o ótimo documentário nacional que foi feito como trabalho de conclusão de curso de Comunicação Social Habilitação em Jornalismo curso do Centro Universitário FIEO | UNIFIEO pelos jornalistas Daniel Bianchi e Jota Rodrigo.
O documentário Improprietário: O Mundo do Software Livre com duração de 32 minutos conta com a participação de Richard Stallman e outros amantes de software livre e aborda desde a história da criação do Unix que teve durante um breve período de vida o seu código aberto e que tornou assim a sua derivação e larga utilização em universidades nos EUA possível em meados da década de 70, mas que foi fechado pela AT&T e que fez nascer assim a idéia do software livre e o surgimento do movimento GNU e mais adiante o kernel do Linux.
De forma muito simples e clara o filme tornou possível de ser explicada inclusive para as pessoas não ligadas a área de tecnologia o conceito de software, como ele é escrito e o que é o código fonte de um programa, diz ainda o que é um sistema operacional.
A obra ainda mostra a utilização do software livre e Linux não como uma alternativa tecnológica mas como uma reação de mercado e uma filosofia por diversos profissionais de tecnologia e por diversos setores do governo e forças armadas mostrando através de relatos de algumas pessoas diretamente ligadas a projetos de implementação de software livre como o software livre é viável tecnicamente e economicamente.
Em sua participação Richard Stallman fala sobre a idéia de software livre e os pilares sobre os quais foram fundadas o conceito de software livre.
Como não poderia ficar de fora também foi incluído e demonstrado o conceito de software proprietário, seu custo, suas limitações e sua pesada concorrência com o software livre.
Fica demonstrado nesse filme com clareza a importância do conceito do software livre e do compartilhamento livre e total ao conhecimento humano.

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