terça-feira, 9 de novembro de 2004

Improprietario: O Mundo do Software Livre.

Todos que amam o software livre já devem ter vistou ou ouvido falar de filmes e documentários como Revolution OS e The Code Linux que são dois dos mais conhecidos exemplos de documentários que abortam o Linux e o Software livre mas poucas pessoas ainda conhecem o ótimo documentário nacional que foi feito como trabalho de conclusão de curso de Comunicação Social Habilitação em Jornalismo curso do Centro Universitário FIEO | UNIFIEO pelos jornalistas Daniel Bianchi e Jota Rodrigo.
O documentário Improprietário: O Mundo do Software Livre com duração de 32 minutos conta com a participação de Richard Stallman e outros amantes de software livre e aborda desde a história da criação do Unix que teve durante um breve período de vida o seu código aberto e que tornou assim a sua derivação e larga utilização em universidades nos EUA possível em meados da década de 70, mas que foi fechado pela AT&T e que fez nascer assim a idéia do software livre e o surgimento do movimento GNU e mais adiante o kernel do Linux.
De forma muito simples e clara o filme tornou possível de ser explicada inclusive para as pessoas não ligadas a área de tecnologia o conceito de software, como ele é escrito e o que é o código fonte de um programa, diz ainda o que é um sistema operacional.
A obra ainda mostra a utilização do software livre e Linux não como uma alternativa tecnológica mas como uma reação de mercado e uma filosofia por diversos profissionais de tecnologia e por diversos setores do governo e forças armadas mostrando através de relatos de algumas pessoas diretamente ligadas a projetos de implementação de software livre como o software livre é viável tecnicamente e economicamente.
Em sua participação Richard Stallman fala sobre a idéia de software livre e os pilares sobre os quais foram fundadas o conceito de software livre.
Como não poderia ficar de fora também foi incluído e demonstrado o conceito de software proprietário, seu custo, suas limitações e sua pesada concorrência com o software livre.
Fica demonstrado nesse filme com clareza a importância do conceito do software livre e do compartilhamento livre e total ao conhecimento humano.

Inclusão Digital para a Juventude Rural

Parceria entre o Ministério das Comunicações e a Secretaria Nacional da Juventude da Presidência da República para a inclusão digital da juventude rural, com atenção especial para os assentamentos de reforma agrária, comunidades quilombolas e ribeirinhas. Financiamento de projetos, por meio de Chamadas Públicas, para:
  • Capacitar jovens do campo no uso das TIC para melhoria da gestão e comercialização de cooperativas de produção e agroindústria familiares.
  • Formar jovens em diferentes linguagens e técnicas na área da comunicação digital.
  • Capacitar professores e professoras das escolas públicas rurais no uso das TIC.

Gesac

O Programa Gesac tem como objetivo promover a inclusão digital em locais de difícil acesso e em comunidades em situação de vulnerabilidade social. Os pontos de presença Gesac, via satélite e terrestre, asseguram conectividade à internet em telecentros, ações de governo eletrônico e cidades digitais. Conheça mais sobre o programa em http://www.gesac.gov.br.

Conheça o telecentro comunitario

Premissas:

Inserção do cidadão na sociedade da informação por meio da utilização de ferramentas de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), visando a redução da exclusão digital e social.
Implantação de telecentro como um espaço público que permita ao cidadão interagir com outros que já tenham acesso aos recursos das TICs, bem como com o Poder Público, por meio dos Portais de Governo Eletrônico.
Utilização de ferramentas (computadores, impressoras, conectividade e outros equipamentos audiovisuais e/ou multimídia), para uso em capacitações e atividades diversas ligadas à Inclusão Digital para todo o público alvo.
 Atividades a Serem desenvolvidas:

Entre as diversas atividades que podem ser desenvolvidas no âmbito da inclusão digital pela comunidade local, no telecentro, destacam-se:
  • Uso livre dos equipamentos;
  • Acesso à internet;
  • Cursos de informática básica;
  • Curso de navegação na internet;
  • Uso preferencial de softwares de plataforma aberta e não proprietária, conforme as diretrizes do Governo Federal;
  • Realização de oficinas de capacitação e oficinas diversas que possam utilizar as TICs disponíveis no telecentro;
  • Produção e compartilhamento de conhecimento coletivo (conteúdos produzidos a partir das capacitações);
  • Realização de atividades sócio-culturais para mobilização social e/ou divulgação do conhecimento;
  • Oficinas de alfabetização digital;

domingo, 7 de novembro de 2004

Capixaba-Acre

foto executivaturismo
Capixaba formou-se a partir da antiga Vila Gavião originária do Seringal Gavião. Gavião denominava não só um seringal, mas um dos "campos nativos" de que temos notícias desde a época do povoamento no primeiro Ciclo da Borracha. No final do século XIX e início do XX, este campo denominado de Gavião teve um papel fundamental junto com outros (como o Esperança, Palmares, Central, da Cobra, do Capatará, etc.), porque viabilizou o estabelecimento de uma rota comercial que trazia gado da Bolívia (da região do rio Beni) que era invernado nestes locais, e depois vendido para diversos seringais acreanos, possibilitando o abastecimento de "carne verde" como se dizia na época. Essa rota comercial do gado boliviano pode ter exercido papel fundamental na economia do Vale do Acre, principalmente para Rio Branco.
Foto de Eliz Tessinari

O nome de Capixaba surgiu por causa de uma família de imigrantes do Espírito Santo que chegou ao Acre na década de 1970 e instalou uma serraria na vila Gavião. A partir do surgimento desta referência, as pessoas que queriam ir até a localidade, chamavam-na de serraria Capixaba. A localidade cresceu com a falência dos seringais nativos, pois passou a receber a população que abandonava a atividade de extração do látex. Assim, surgiu a Vila e depois a sede municipal. No dia 28 de abril de 1992, o Governador Edmundo Pinto assinou o decreto de criação do município, quando este foi desmembrado dos municípios de Rio Branco e Xapuri. Em 1° de janeiro de 1993, os Poderes Executivo e Legislativo tomaram posse e o município foi implementado.

O município possui a décima sexta população do Estado e ocupa o vigésimo primeiro lugar em área. Sua economia gira em torno do extrativismo vegetal, da madeira, da castanha do Brasil, da pecuária, da agricultura de subsistência e do cultivo de cana para a usina de álcool que se instalou no município. Capixaba limita-se ao norte e nordeste, com o município de Rio Branco; ao sul, com a Bolívia; a leste, com o município de Plácido de Castro e a Bolívia e a oeste, com o município de Xapuri.

sábado, 6 de novembro de 2004

Objetivo dos Telecentro.BR

Os telecentros são espaços sem fins lucrativos, de acesso público e gratuito às tecnologias da informação e comunicação, com computadores conectados à Internet, disponíveis para diversos usos. O acesso é livre, com assistência de monitores. Os telecentros devem oferecer cursos e atividades de promoção do desenvolvimento local e servir aos moradores das comunidades onde se encontram como um espaço de integração, de cultura e lazer.
Com apoio do Ministério das Comunicações, 8.233 telecentros estão instalados em todo o país e novas 3.590 unidades estão em implantação.
Desde a criação da Secretaria de Inclusão Digital, estão sendo unificados, sob um mesmo modelo de gestão, os programas de apoio a telecentros anteriormente conduzidos de maneiras distintas: Telecentros.BR, Telecentros Comunitários e telecentros apoiados pelo Gesac.
A unificação se dá no sentido de oferecer a todos os telecentros apoiados pelo Ministério das Comunicações o mesmo conjunto de recursos: equipamentos de informática, conexão à Internet, bolsas e formação para monitores. Também o modelo de parcerias está sendo unificado, para que instituições de maior porte e capacidade administrativa acompanhem um conjunto de telecentros, otimizando os esforços.

Crônica do Amor

Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no
ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a
menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama
este cara?

Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura
por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim.

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.  


Arnaldo Jabor

quinta-feira, 4 de novembro de 2004

A historia

O Programa é resultado de um esforço do Governo Federal, sob orientação da Presidência da República, de coordenação do apoio aos espaços públicos e comunitários de inclusão digital.
A prestação do apoio será em conexão, computadores, bolsas de auxílio financeiro a jovens monitores e formação de monitores bolsistas e não bolsistas que atuem nos telecentros. O objetivo é oferecer condições ao aperfeiçoamento da qualidade e à continuidade das iniciativas em curso, assim como à instalação de novos espaços.
O Programa já iniciou a preparação de 455 novos monitores em todos os estados do país utilizando a Internet e a previsão é de que até 2012 sejam 15 mil jovens em todas as regiões.
Ao mesmo tempo em que são capacitados, os jovens têm como missão auxiliar os usuários dos telecentros sobre o manuseio do computador, acesso, navegação e pesquisa na web. Para isso, por seis horas de atuação diária, receberão uma bolsa mensal que varia de R$ 241,50 a R$ 483,00, dependendo da localidade.
Um dos critérios para ser monitor, entre outros, é o candidato estar estudando ou ter concluído o ensino médio, assim como demonstrar interesse em trabalhos voltados à melhoria de vida nas comunidades.
Saiba mais sobre o Telecentros BR: http://www.inclusaodigital.gov.br/telecentros

quarta-feira, 3 de novembro de 2004

Adolecentes agora passam parte do seu tempo em oficinas e curso no Telecentro Capixaba

Aluno do curso
Jovens e Adolescentes do municipio de capixaba tem acesso a cursos e oficinas de informatica dentro do programa Telecentros.BR, em parceria com o Governo do Estado do Acre. Os cursos e Oficinas são gratuitos e as aulas são dadas no Telecentro Capixaba – Comunidade Digital, instituição localizada na Secretaria de Assistência Social do municipio.



Os alunos são de toda as parte do municipio. Eles são divididos em duas turmas (manhã e tarde) e tem aulas no Telecentro de capixaba. O material didático é gratuito.
Os alunos que tiveram 75% de presença mínima no curso ganharão um certificado do Governo do estado Acre. As aulas são dadas pelos monitores dos Telecentro.BR e Estagiaro da IEL. “É uma grande oportunidade. Queria fazer um curso desses, quero aprender usar o computador”, disse o jovem Orlando, 15, mora na zona rural de Capixaba e quer aprender noções de informática. “Não tenho muito conhecimento na área e aqui vou aprender bastante”, disse.

Sinopse

Jean Cabot (Sandra Bullock) é a rica e mimada esposa de um promotor, em uma cidade ao sul da Califórnia. Ela tem seu carro de luxo roubado por dois assaltantes negros. O roubo culmina num acidente que acaba por aproximar habitantes de diversas origens étnicas e classes sociais de Los Angeles: um veterano policial racista, um detetive negro e seu irmão traficante de drogas, um bem-sucedido diretor de cinema e sua esposa, e um imigrante iraniano e sua filha.

Crash (Crash - no limite é um filme americano e alemão de 2004, do gênero drama, dirigido por Paul Haggis.Estreou no Festival de Cinema de Toronto em setembro de 2004 e foi lançado internacionalmente em 2005. O filme fala de preconceito em vários segmentos e trata sobre tensões raciais e sociais em Los Angeles.
 

veja o Triler:


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