terça-feira, 9 de novembro de 2004

Gesac

O Programa Gesac tem como objetivo promover a inclusão digital em locais de difícil acesso e em comunidades em situação de vulnerabilidade social. Os pontos de presença Gesac, via satélite e terrestre, asseguram conectividade à internet em telecentros, ações de governo eletrônico e cidades digitais. Conheça mais sobre o programa em http://www.gesac.gov.br.

Conheça o telecentro comunitario

Premissas:

Inserção do cidadão na sociedade da informação por meio da utilização de ferramentas de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), visando a redução da exclusão digital e social.
Implantação de telecentro como um espaço público que permita ao cidadão interagir com outros que já tenham acesso aos recursos das TICs, bem como com o Poder Público, por meio dos Portais de Governo Eletrônico.
Utilização de ferramentas (computadores, impressoras, conectividade e outros equipamentos audiovisuais e/ou multimídia), para uso em capacitações e atividades diversas ligadas à Inclusão Digital para todo o público alvo.
 Atividades a Serem desenvolvidas:

Entre as diversas atividades que podem ser desenvolvidas no âmbito da inclusão digital pela comunidade local, no telecentro, destacam-se:
  • Uso livre dos equipamentos;
  • Acesso à internet;
  • Cursos de informática básica;
  • Curso de navegação na internet;
  • Uso preferencial de softwares de plataforma aberta e não proprietária, conforme as diretrizes do Governo Federal;
  • Realização de oficinas de capacitação e oficinas diversas que possam utilizar as TICs disponíveis no telecentro;
  • Produção e compartilhamento de conhecimento coletivo (conteúdos produzidos a partir das capacitações);
  • Realização de atividades sócio-culturais para mobilização social e/ou divulgação do conhecimento;
  • Oficinas de alfabetização digital;

domingo, 7 de novembro de 2004

Capixaba-Acre

foto executivaturismo
Capixaba formou-se a partir da antiga Vila Gavião originária do Seringal Gavião. Gavião denominava não só um seringal, mas um dos "campos nativos" de que temos notícias desde a época do povoamento no primeiro Ciclo da Borracha. No final do século XIX e início do XX, este campo denominado de Gavião teve um papel fundamental junto com outros (como o Esperança, Palmares, Central, da Cobra, do Capatará, etc.), porque viabilizou o estabelecimento de uma rota comercial que trazia gado da Bolívia (da região do rio Beni) que era invernado nestes locais, e depois vendido para diversos seringais acreanos, possibilitando o abastecimento de "carne verde" como se dizia na época. Essa rota comercial do gado boliviano pode ter exercido papel fundamental na economia do Vale do Acre, principalmente para Rio Branco.
Foto de Eliz Tessinari

O nome de Capixaba surgiu por causa de uma família de imigrantes do Espírito Santo que chegou ao Acre na década de 1970 e instalou uma serraria na vila Gavião. A partir do surgimento desta referência, as pessoas que queriam ir até a localidade, chamavam-na de serraria Capixaba. A localidade cresceu com a falência dos seringais nativos, pois passou a receber a população que abandonava a atividade de extração do látex. Assim, surgiu a Vila e depois a sede municipal. No dia 28 de abril de 1992, o Governador Edmundo Pinto assinou o decreto de criação do município, quando este foi desmembrado dos municípios de Rio Branco e Xapuri. Em 1° de janeiro de 1993, os Poderes Executivo e Legislativo tomaram posse e o município foi implementado.

O município possui a décima sexta população do Estado e ocupa o vigésimo primeiro lugar em área. Sua economia gira em torno do extrativismo vegetal, da madeira, da castanha do Brasil, da pecuária, da agricultura de subsistência e do cultivo de cana para a usina de álcool que se instalou no município. Capixaba limita-se ao norte e nordeste, com o município de Rio Branco; ao sul, com a Bolívia; a leste, com o município de Plácido de Castro e a Bolívia e a oeste, com o município de Xapuri.

sábado, 6 de novembro de 2004

Objetivo dos Telecentro.BR

Os telecentros são espaços sem fins lucrativos, de acesso público e gratuito às tecnologias da informação e comunicação, com computadores conectados à Internet, disponíveis para diversos usos. O acesso é livre, com assistência de monitores. Os telecentros devem oferecer cursos e atividades de promoção do desenvolvimento local e servir aos moradores das comunidades onde se encontram como um espaço de integração, de cultura e lazer.
Com apoio do Ministério das Comunicações, 8.233 telecentros estão instalados em todo o país e novas 3.590 unidades estão em implantação.
Desde a criação da Secretaria de Inclusão Digital, estão sendo unificados, sob um mesmo modelo de gestão, os programas de apoio a telecentros anteriormente conduzidos de maneiras distintas: Telecentros.BR, Telecentros Comunitários e telecentros apoiados pelo Gesac.
A unificação se dá no sentido de oferecer a todos os telecentros apoiados pelo Ministério das Comunicações o mesmo conjunto de recursos: equipamentos de informática, conexão à Internet, bolsas e formação para monitores. Também o modelo de parcerias está sendo unificado, para que instituições de maior porte e capacidade administrativa acompanhem um conjunto de telecentros, otimizando os esforços.

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